Segurança

Cada clínica no seu próprio banco

Não é uma base compartilhada com uma coluna dizendo de quem é cada linha. Cada clínica contratante tem o seu próprio banco de dados — o dado de uma não trafega nem é armazenado junto com o de outra.

Esta página descreve as medidas técnicas e organizacionais da plataforma. Para o tratamento de dados pessoais em si, veja a Política de Privacidade.

Isolamento

Um banco de dados por clínica

A separação é de infraestrutura, não de filtro na consulta. Isso importa porque a falha mais comum em sistema multi-inquilino é um filtro esquecido em uma consulta, que faz o dado de um cliente aparecer para outro. Com banco separado, essa classe de falha não tem por onde acontecer.

Controle de acesso

Perfil, não combinação

O acesso é controlado por perfil, tela por tela. Recepção, terapeuta, supervisão e gestão enxergam conjuntos diferentes — quem gerencia vê o consolidado, quem atende vê o que é dele.

As ações ficam registradas com autor e data. É o que permite supervisão e auditoria: para cada evolução e cada documento existe um responsável identificado.

Titularidade

O dado clínico é da clínica

Os dados clínicos, prontuários e relatórios inseridos na plataforma pertencem exclusivamente à clínica contratante — está no Termo de Uso, não é promessa comercial.

Em caso de suspensão por inadimplemento, a notificação é de no mínimo 10 dias úteis e a clínica mantém, em qualquer hipótese, o direito de exportar e fazer backup integral do histórico clínico antes de qualquer bloqueio. Prontuário não é refém de cobrança.

A kpnk só usa esses dados para estatística, aprimoramento de algoritmos e relatórios de mercado depois de anonimização irreversível — e essa é a única licença de uso que o contrato concede.

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