Para operadoras e serviços próprios: dado clínico padronizado em toda a jornada do cuidado, no lugar de relatório que chega em um formato diferente por prestador.
O kpnk é a plataforma que as clínicas da rede usam para operar — agenda, prontuário, evolução e financeiro. Para a operadora, isso significa dado clínico padronizado que chega no momento em que o atendimento acontece, em vez de ser remontado em relatório no fim do mês.
O que trava hoje
O que a plataforma faz
Evidência auditável
Não é um módulo de auditoria à parte: é o rastro que a plataforma grava a cada registro, porque a evolução nasce ligada ao agendamento que a originou. Quando a discussão vira glosa, a evidência já existe — não precisa ser reconstruída.
O formulário de avaliação e evolução pode ser padronizado entre as clínicas da rede. O que cada prestador entrega deixa de depender do modelo que ele escolheu usar.
Isso não tira a autonomia clínica de ninguém: o construtor de formulário continua aceitando os campos próprios de cada prestador. Padronizado fica o núcleo comparável — o que a operadora precisa ler igual em toda a rede.
Presença, falta e cancelamento são registrados com justificativa no próprio agendamento.
Cada evolução guarda quem escreveu, quando e em qual atendimento. Não é um módulo de auditoria à parte: é o rastro que a plataforma grava a cada registro, porque a evolução nasce ligada ao agendamento que a originou.
Quando um atendimento é questionado, a evidência não precisa ser reconstruída a partir de e-mail e planilha. Ela está no mesmo lugar onde o atendimento foi registrado, com autor e data.
Os indicadores cruzam volume de atendimento, falta, cancelamento e produtividade por prestador, por especialidade e por contratante.
É o dado que costuma faltar na conta. A operadora enxerga o custo, mas raramente enxerga o que foi entregue do lado clínico. Com evolução padronizada e ligada ao atendimento, as duas leituras passam a existir na mesma base.
Cada clínica tem o próprio banco de dados — o dado de uma nunca esbarra no da outra. O acesso da operadora é concedido por perfil, sobre o que diz respeito aos beneficiários que ela cobre.
A implantação é feita clínica a clínica, junto com a nossa equipe: migração de pacientes, profissionais e histórico antes de a operação começar a usar, e treinamento por perfil — recepção, terapeuta, supervisão e gestão usam telas diferentes.
Entendemos a rede: quais clínicas, quais especialidades e o que precisa ser lido igual em todas.
Cada clínica ganha o próprio banco de dados. Pacientes, profissionais e histórico entram antes de a operação começar a usar.
Recepção, terapeuta, supervisão e gestão usam telas diferentes — cada um aprende o que usa.
Concedido por perfil, sobre os beneficiários que ela cobre. Evoluções e relatórios ficam disponíveis online.